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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Feminismo

Existem certas palavras, assuntos, que são hoje, aparentemente, sob todos os aspectos tachados como ruins. São aquelas palavras que as pessoas não mencionam muito, evitam tocar no assunto, e quando tocam parece que todos têm a mesma opinião: não. Ainda não percebeu? Experimenta falar sobre nazismo. E também, sobre feminismo.

O que você pensa quando escuta alguém falar em feminismo? "Eu sou feminista." O que você, sem saber absolutamente nada sobre a pessoa que disse isso, pensa sobre ela? Você já formou uma opinião, e eu sei, você não precisa me dizer, é uma opinião ruim. Mas... por que?
Você pelo menos realmente sabe o que é feminismo?
Aposto que não.

Se você pensa que feminismo é um movimento do qual são adeptas mulheres-macho peludas que querem ocupar o papel do homem na sociedade, e serem melhores que eles, você está terrivelmente enganado. 

Então, o que é que é feminismo afinal? Vou te dizer o que minha tia diz para mim toda vez que eu não sei alguma coisa: pesquisa, que aí você não esquece nunca mais.

Beijos,
Nick.

Grandiosidade e sentimento

Semana passada eu fui viajar. Sabem como é né, férias e tal. Fui pro Rio Grande na festa da minha família, e lá em Serro Largo acabei visitando a catedral da cidade, que estava com um presépio LINDO pro natal. Fiquei impressionada, não apenas pelo presépio como também (e principalmente) pela própria igreja que é maravilhosa. Grandiosa, antiga, muitos detalhes, tudo lindo de se ver: como não amar? E não é só isso. Estar dentro de lugares como esse faz você sentir algo diferente. Eu gostaria, mas não consigo explicar como é, mas ah, você sabe... Quando a gente percebe, estamos nos questionando sobre a vida, o sentido das coisas e tudo o mais...

Ó minha vó e a tia Lori aí!


Dá só uma olhada em todos esses detalhes! Imagina só o artista que fez isso, como ele teve que pensar em tudo (isso se foi apenas um artista só) e ainda tem o detalhe que na época em que essa igreja foi feita não havia toda a tecnologia que tem hoje... (eu não sei a época em que ela foi construída, desculpa aí... hehe).

 E essa igreja é muito alta, mesmo. Não parece, até você ver uma pessoinha lá em baixo e perceber que meu... é alta. Como sou uma ótima historiadora, não perguntei nem o nome da Catedral, nem tirei foto dos vitrais e nem mesmo da área externa da igreja (palmas). Sorry... Mas vou melhorar rsrs

Beijos,
Nick.

domingo, 29 de junho de 2014

Being a little more Zen...

Umas das coisas que gosto de praticar é minha curiosidade. Pratico minha sede de conhecimento, de deixar a ignorância para trás, e acho que mais pessoas poderiam ser assim. Não posso deixar de concordar com os que dizem que quanto mais ignorante, maior a facilidade de ser feliz, contudo tento ser feliz aprendendo coisas novas. Minha mãe foi quem desde que eu era pequena, me incentivava a cultivar minha curiosidade dando exemplo. Minha mãe sempre leu livros antes de dormir, e eu observava ela. Hoje, sou uma leitora também. Mas o motivo de eu estar contando isso é que, pesquisando sobre Tao Te Ching e Zen, encontrei um texto muito legal que queria compartilhar. Como disse, sou curiosa, e culturas, religiões, história, são todas coisas das quais gosto de saber. O autor do texto, Soyen Shaku (1859-1919), um roshi, mestre do zen-budismo japonês da escola rinzai, disse, um dia: "Meu coração arde como fogo. Mas meus olhos são frios como cinzas mortas". Ele propôs as seguintes regras de vida :
De manhã, antes de vestir-se, acenda incenso e medite.
Coma a intervalos regulares e deite-se a uma hora regular.

Coma sempre com moderação e nunca até ficar plenamente satisfeito.

Receba as suas visitas com a mesma atitude que tem quando está só.
E, quando só, mantenha a mesma atitude que tem quando recebe visitas.
Preste atenção ao que diz e, o que quer que diga, pratique-o.
Quando uma oportunidade chegar, não a deixe passar,
mas pense sempre duas vezes antes de agir.
Não se deixe perturbar pelo passado. Olhe para o futuro.
A sua atitude deve ser a de um herói sem medo, mas o coração deve ser como o de uma criança, cheio de amor.
Ao retirar-se, ao fim do dia, durma como se tivesse entrado no seu último sono.
E, ao acordar, deixe a cama para trás, instantaneamente, como se tivesse deitado fora um par de sapatos velhos.


Vou praticar também a arte de ser Zen...

Ps.: Eu gostaria muito de encontrar livros ou informações sobre a China, Japão, enfim, a história da cultura oriental, mas praticamente não encontro! Passamos do Egito pra Grécia e Roma, ficamos na Europa e então América, parece que os historiadores esqueceram que a Ásia também tem muita história pra contar! Grrhhh...

sábado, 18 de janeiro de 2014

Just thinking

Estou meio cansada do meu blog de livros, e pensando em parar com ele. Quer dizer, a troco de quê eu estou perdendo mais de três horas de todos os meus dias para melhorar o blog, tentando conseguir seguidores, lendo livros que eu nem tenho vontade e comentando em posts desinteressantes de outros blogs que só falam a mesma coisa? Cara, não vou ganhar dinheiro mesmo com isso, Google AdSense? Pf. Não vale a pena perder filmes bons, conversas com amigos, me divertir... por isso. Além do mais, de todos os blogs literários que eu sigo, são poucos os bons. A maioria deles lê a mesma coisa, porque possuem parceria com alguma editora e todos recebem os mesmos livros, e mesmo que os livros são ruins, as malditas "resenhas" são sempre positivas, talvez porque não querem desagradar, talvez porque não sabem criticar uma obra e preferem o lado mais fácil. Há pessoas que só criam blogs para conseguirem parcerias e receberem livros de graça. Cara... bom, isso não tem nada a ver comigo. Só que eu acho que não funciona. Nem dá pra saber a real opinião deles. 
Vou continuar com esse blog, é claro. Eu disse a mim mesma que não o deixaria morrer. Mas tenho pena de excluir o outro ao mesmo tempo, coloquei tanta dedicação e trabalho nele que parece muito idiota simplesmente excluí-lo. Acho que vou postar aqui os posts que valem a pena, e claro que vou continuar lendo meus livros e aí eu comento aqui como está sendo a leitura, o que estou achando e tudo o mais. Já disse que não gosto dessa coisa de resenha. E vou continuar assistindo aos vídeos legais do youtube como o da Tati Feltrin, Mari Gastal e Amanda do Lendo&Comentando.

Você sabia L? Deuses da morte, só comem maçãs.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Resenha

Publiquei a primeira resenha da minha vida hoje, no blog onde falo sobre livros, o que é algo que achei que nunca faria. Nunca gostei desse negócio de resenha. Acho que a maioria dos blogs simplesmente falam um pouco do livro que leu e o que acharam, afinal uma resenha como resenhas deveriam ser são muito mais complexas e completas do que aquilo que vejo por aí. Não que eu acho que os blogs deveriam fazer verdadeiras resenhas, eu nem gosto de lê-las, para falar a verdade, prefiro relatos, mas não posso deixar de admirar blogs que realmente resenham livros. Eu só não gosto que chamem de resenha algo que não é. Aliás, eu nunca gostei dessa palavra: resenha. Quero dizer, preste atenção nessa palavra. Resenha. Resenha. RE-SE-NHA. Que palavra engraçada. Parece uma ofensa. - Ei, você! Sua resenha! HAHAHA. Olha só, que ofensa! Tenho até vergonha de falá-la, de escrevê-la, não gosto nem de pensar nessa palavra! De onde será que ela surgiu? 
Mas bem, parece que as pessoas não visitam seu blog se ele não possui as malditas resenhas dos livros que você leu, até o título precisa ser "Resenha:..." e não algo tipo "Sobre:...". Tudo bem, parece que vou ter que conviver com essa palavra nesse mundo de blogs literários.  
Eu sei, imagem repetida.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O Bom verdadeiro

A pureza de uma criança. Pureza quase inacreditável, tão sigela, limpa e verdadeira. Pureza que as eleva espiritualmente de forma quase impossível para um adulo atingir – quase. É incrivelmente triste como perdemos essa pureza, essa inocência com o passar do tempo. Crescemos, ficamos velhos e esquecemos, mas há retorno. No último post eu comentei um pouco sobre gostar de nós mesmos, e como nos cuidar fisicamente pode ajudar a dar mais crédito a nós mesmos. Agora vou dar mais um passo para esse objetivo, que se resume a cuidar do outro lado, o lado espiritual.

A criança é verdadeira, espontânea, sente, sofre, ri, perdoa. Crianças sim possuem nelas todos os sonhos do mundo, e também muita esperança em realizá-los. Elas não se deixam atingir por um não, não desistem de sonhar. Conseguem admirar a beleza nas mais simples formas e momentos - são como O Grande Homem.

Conhecem O Grande Homem?

O Grande Homem mantém o seu modo de pensar independentemente da opinião pública. É tranqüilo, calmo, paciente, não grita e nem se desespera. Pensa com clareza, fala com inteligência, vive com simplicidade. Não é do passado e nem do futuro, vive o presente. Sempre tem tempo. Não despreza nenhum ser humano. Causa a impressão dos vastos silêncios da natureza: o CÉU. Não é vaidoso. Como não anda à cata de aplausos, jamais se ofende. Possui sempre mais do que julga merecer. Está sempre disposto a aprender, mesmo das crianças. Vive dentro do seu próprio isolamento espiritual, aonde não chega nem o louvor nem a censura. Não obstante, seu isolamento não é frio: Ama – Sofre – Pensa – Compreende. O que você possui, dinheiro, posição social, nada significam para ele. Só lhe importa o que você é. Despreza a opinião própria tão depressa verifica o seu erro. Não respeita usos estabelecidos e venerados por espíritos tacanhos. Respeita somente a Verdade. Tem a mente de homem e coração de menino. Conhece-se a si mesmo, tal qual é, e conhece a Deus. O autor desse belíssimo texto se chama Dr. Celso Charuri, um grande médico. Vocês ainda irão ouvir o nome dele.

Você já sentiu o prazer de ser Bom? Não o bom com b minúsculo, aquele bom que se vende na TV, estou falando do Bom com B maiúsculo – o Bom verdadeiro. Já sentiu o prazer de ajudar alguém? Mal posso lhe falar o prazer que é fazer algo que é certo, que é Bom. Não aquele bom para a igreja, para os colegas de trabalho, para os amigos – sim, também esse bom também é bom, mas estou falando daquele Bom elevado, aquele Bom que só você conhece. Não é ajudar alguém pelo reconhecimento, para poder dizer que você ajudou, para se mostrar. Aquele que presta ajuda verdadeira não precisa de reconhecimento, o prazer está em ajudar. O reconhecimento ele encontrará consigo mesmo, e com Deus.

Ouvi certa vez uma frase que me chamou atenção, dizia “Reputação é aquilo que você é quando tem alguém olhando, caráter é aquilo que você é quando ninguém está olhando”.  E você, como você age quando ninguém está olhando? Reflita.


Talvez você tenha se sentido um pouco envergonhado ao responder á essa pergunta para si mesmo. Tudo bem, isso é sinal que você pode mudar sempre. Não estou falando para você passar a ser uma pessoa realmente Boa para poder ficar com a consciência limpa no quesito bom caráter, isso é apenas exterior. É um objetivo inferior. É uma consequência. O verdadeiro objetivo de ser uma pessoa realmente boa é a elevação espiritual, pura e verdadeira. Quando atingida, você não apenas gostará muito de si mesmo, como também não se importará com isso. Será um imã para pessoas positivas e boas, e não será orgulhoso ao ponto de se importar com isso. Interessará a você apenas a Verdade. Tal qual O Grande Homem, tal qual uma criança.